PEQUENA E SÁBIA FÁBULA DA ARROGÂNCIA

 

 

As fábulas são composições literárias curtas, escritas em prosa ou versos em que os personagens são animais que apresentam características antropomórficas, muito presente na literatura infantil, e nas parábolas da bíbilia trazendo mensagens para o nosso dia a dia.

 

Arrogância da Vitória

Dois galos estavam, disputando em feroz luta pelo direito de comandar a chácara. Por fim um pôs o outro para correr.

O Galo derrotado afastou-se e foi se recolher num lugar sossegado.

O vencedor, voando até o alto de um muro, bateu as asas e exultante cantou com toda sua força.

Uma Águia que pairava ali perto lançou-se sobre ele, e com um bote certeiro levou-o preso em suas poderosas garras.

O Galo derrotado saiu do seu canto, e daí em diante reinou absoluto livre de disputa.

 

Moral da História :

O Orgulho leva antes à Destruição.

“ABRAÇADORA” PROFISSIONAL COBRA R$ 250 PARA HOMENS CARENTES

 

 

“ABRAÇADORA” PROFISSIONAL COBRA R$ 250

PARA ABRAÇAR HOMENS CARENTES.

 

 

A mulher abraçadora, ganha em média R$ 5 Mil Reais ou mais por semana, apenas para abraçar homens entre 40 e 70 anos.

Não pense que é fácil, ela dedica de 13:00 a 20:00 horas por dia para ter o resultado financeiro semana de R$ 5.000,00. É preciso ter paciência e atenção com os clientes que buscam alguns minutos de afeto.

Janet Trevino de 37 anos é uma norte-americana que atende homens que queiram receber abraço profissional, quer dizer, apenas abraço sem sexo, R$ 250 Reais por hora. Quem pensa ser uma brincadeira, saiba que ela está vendo o negócio crescer e fatura por mês, muito mais do que um trabalhador que passa o mês tentando ganhar o salário mínimo para pagar suas contas.

 

 

A “Abraçadora” está atuando desde setembro, mas soube que poderia trabalhar em agosto, e pouco tempo pode considerar que deu tudo certo e até surpreendeu, pois o valor semanal é compensador pelas horas que diariamente precisa estar pronta para abraçar os homens.

Veja o que Janet Trevino disse sobre a profissão; “Meus clientes costumam ser veteranos de guerra, já que moro em uma cidade militar, mas atendo todos os tipos de pessoas”.

Ao participar de um evento sobre sexualidade, a norte-americana, que mora em San Antonio, nos EUA, descobriu que poderia ser uma abraçadora profissional. O companheiro, apoia a iniciativa de Janet, em fazer o bem aaos homens que precisam se sentirem abraçados e disse; “Acredito que as pessoas realmente precisam de mensagens de esperança e eu gostaria de espalhar isso”.

 

 

Buscando aperfeiçoamento, a abraçadora se matriculou em alguns cursos para aprender técnicas. “Assim que comecei, percebi que sou muito boa no que faço.

Em casa ela preparou um estúdio para receber os clientes, desse modo fica mais profissional.

Antes de aceitar oferecer os abraços, Janet faz uma simples entrevista por telefone e diz; “Não é como ir fazer uma massagem”. “Preciso fazê-los entenderem o que exatamente é o meu trabalho para que eu também esteja segura”.

TALVEZ EU ENVELHEÇA RÁPIDO DEMAIS…

 

 

Por Aristóteles Onassis

 

Talvez eu venha a envelhecer rápido demais.Mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena.

Talvez eu sofra inúmeras desilusões no decorrer de minha vida.Mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei.

Talvez eu não tenha forças para realizar todos os meus ideais.Mas jamais irei me considerar um derrotado.

Talvez em algum instante eu sofra uma terrível queda.Mas não ficarei por muito tempo olhando para o chão.

Talvez um dia o sol deixe de brilhar.Mas então irei me banhar na chuva.

Talvez um dia eu sofra alguma injustiça.Mas jamais irei assumir o papel de vítima.

 

 

Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos.Mas terei humildade para aceitar as mãos que se estenderão em minha direção.

Talvez numa dessas noites frias, eu derrame muitas lágrimas.Mas não terei vergonha por esse gesto.

Talvez eu seja enganado inúmeras vezes.Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança.

Talvez com o tempo eu perceba que cometi grandes erros.Mas não desistirei de continuar trilhando meu caminho.

Talvez com o decorrer dos anos eu perca grandes amizades.Mas irei aprender que aqueles que realmente são meus verdadeiros amigos nunca estarão perdidos.

Talvez algumas pessoas queiram o meu mal.Mas irei continuar plantando a semente da fraternidade por onde passar.

Talvez eu fique triste ao concluir que não consigo seguir o ritmo da música.Mas então, farei que a música siga o compasso dos meus passos.

Talvez eu nunca consiga enxergar um arco-íris.Mas aprenderei a desenhar um, nem que seja dentro do meu coração.

 

 

Talvez hoje eu me sinta fraco.Mas amanhã irei recomeçar, nem que seja de uma maneira diferente.

Talvez eu não aprenda todas as lições necessárias.Mas terei a consciência que os verdadeiros ensinamentos já estão gravados em minha alma.

Talvez eu me deprima por não ser capaz de saber a letra daquela música.Mas ficarei feliz com as outras capacidades que possuo.

Talvez eu não tenha motivos para grandes comemorações.Mas não deixarei de me alegrar com as pequenas conquistas.

Talvez a vontade de abandonar tudo torne-se a minha companheira.Mas ao invés de fugir, irei correr atrás do que almejo.

Talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser.Mas passarei a admirar quem sou.Porque no final saberei que, mesmo com incontáveis dúvidas, eu sou capaz de construir uma vida melhor.

E se ainda não me convenci disso, é porque como diz aquele ditado: “ainda não chegou o fim”Porque no final não haverá nenhum “talvez” e sim a certeza de que a minha vida valeu a pena e eu fiz o melhor que podia.

 

Aristóteles Onassis

 

Fonte: Envelhecer com Estilo 

ALBERT SCHWEITZER – UM GRANDE HOMEM HUMANISTA

 

 

Falar em Albert Schweitzer (1875 – 1965) é sinônimo de reverência à vida. Arrisco a afirmar que ele foi uma alma sempre pronta para produzir. A busca pela sua felicidade e realização foram a chave do seu sucesso. Com 30 anos, na Alemanha, gozava de uma reputação famosa como teólogo e músico. Exímio construtor de órgãos, tinha especial predileção pelas obras de Bach. Com beleza e sensibilidade à flor da pele, e sempre pronto para conquistar mais, formou-se médico e partiu com sua esposa pra a África, no município Lambaréné no Gabão.

 

Albert Schweitzer foi um teólogo, músico, filósofo e médico alemão, nascido na Alsácia, então parte do Império Alemão (atualmente, uma região administrativa francesa). Descendente de uma linhagem de importantes políticos locais, Albert Schweitzer foi filho de Louis Schweitzer, cujo pai era Philippe-Chrétien Schweitzer, prefeito de Pfaffenhofen, na Alsácia. Louis era irmão de Charles Schweitzer, pai de Anne-Marie Schweitzer, mãe do filósofo francês Jean-Paul Sartre.

 

 

Formou-se em teologia e filosofia na Universidade de Estrasburgo, onde, em 1901, o nomearam docente. Tornou-se também um dos melhores intérpretes de Bach e uma autoridade na construção de órgãos.

Aos trinta anos, gozava de uma posição invejável: trabalhava numa das mais notáveis universidades européias; tinha uma grande reputação como músico e prestígio como pastor de sua Igreja. Porém, isto não era suficiente para uma alma sempre pronta ao serviço. Dirigiu sua atenção para os africanos das colônias francesas que, numa total orfandade de cuidados e assistência médica, debatiam-se na dura vida da selva.

Em 1905 iniciou o curso de medicina, e seis anos mais tarde, já formado, casou-se e decidiu partir para Lambaréné, no Gabão, onde uma missão necessitava de médicos. Ao deparar-se com a falta de recursos iniciais, improvisou um consultório num antigo galinheiro e atendeu seus pacientes enfrentando obstáculos como o clima hostil, a falta de higiene, o idioma que não entendia, a carência de remédios e instrumental insuficiente.

 

 

Tratava de mais de 40 doentes por dia e paralelamente ao serviço médico, ensinava o Evangelho com uma linguagem apropriada, dando exemplos tirados da natureza sobre a necessidade de agirem em beneficio do próximo.

Com o início da I Grande Guerra, os Schweitzers foram levados para a França, como prisioneiros de guerra. Passaram praticamente todo o período da guerra confinados num campo de concentração. Nesse período, Albert escreve sobre a decadência das civilizações.

 

 

Se hoje em dia médicos que vão à África para colaborar em causas humanitárias se deparam com os cenários mais hostis e impróprios de trabalho, imaginem ele em 1913, improvisando consultório num antigo galinheiro e atendendo cerca de 40 pacientes por dia. Pergunto: Você conseguiria? Teria essa disposição? Essa paixão, amor e força de vontade? É no mínimo louvável.

No período da primeira guerra mundial, tudo o que havia construído foi destruído. E tendo o humanismo e a humanidade como a direção do seu olhar, decidiu realizar na Europa uma série de conferências, com o único intuito de colher fundos para reconstruir sua obra na África. Torna-se muito conhecido em todos os círculos intelectuais do continente, porém, a fama não o afastou dos seus projetos e sonhos. Ao retornar a Lambaréné, desta vez acompanhado de médicos e enfermeiras dispostos a ajudá-lo, reergue o hospital.

 

Em cada respirar e agir Schweitzer ensinou que devemos ter respeito por todas as formas de vida. Dizia que devemos lutar contra o espírito inconsciente de crueldade com que os animais são tratados e, sobre si afirmava: “Eu sou vida que deseja viver, em meio a outras vidas que também desejam viver.”

 

 

Já passados seus 80 anos, começou uma campanha contra as armas nucleares e atuou silenciosamente através de personalidades influentes; alertou sobre os efeitos das guerras e as posteriores conseqüências metereológicas delas sobre o planeta. Tanta foi sua luta pela paz e pelo respeito à vida que chegou a ser consultado por políticos dos EUA, Inglaterra e Índia para a conquista da paz mundial e recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1952 pelo trabalho humanitário que desenvolveu.

 

Deixa seu legado de amor e compaixão, mas também de sonhos que podemos realizar. Como ele bem disse:”O sucesso não é chave para a felicidade mas a felicidade é chave para o sucesso”

“Até que não estendamos nosso círculo de compaixão a todos os seres vivos, a humanidade não terá paz.”

NIGERIANOS CONSTROEM CASA COM GARRAFAS PETS

Nigerianos constroem casas ecologicamente

corretas com garrafas (pets) plásticas e lama que são prova de chamas e a prova de balas

 

 

A primeira casa construída em garrafas pets (plástico ) no norte da Nigéria faz um respingo no país e atrai centenas de representantes curiosos e governamentais ou tradicionais.
Estas casas coloridas são resistentes a balas, retardantes de chama e podem resistir a terremotos. Eles também mantêm uma temperatura confortável, não produzem emissões de carbono e são alimentados por energia solar e gás metano a partir de resíduos reciclados.

 

 

 

O plástico está em toda parte. Na verdade, o ambiente é tão abundante que os pesquisadores prevêem que 99% de todas as aves do mundo terão plástico em seus intestinos até 2050.

Não é suficiente convencer as pessoas a usar menos, o plástico reutilizado deve ser mantido fora dos aterros sanitários. Apesar de infográficos informativos, estatísticas emocionais e programas de reciclagem, muitos países, especialmente os Estados Unidos, continuam a jogar plástico em aterros sem prestar muita atenção.

Essa triste realidade levou algumas pessoas a serem criativas com os resíduos produzidos pela sociedade. Alguns usaram resíduos de plástico para construir esculturas incríveis para aumentar a conscientização sobre o problema, enquanto outros decidiram construir casas ecologicamente corretas.

Conforme relatado pelo phys.org , a crise imobiliária tornou-se tão ruim na Nigéria que quase 16 milhões de residências são necessárias para lidar com a escassez. Na maior parte, a construção de casas tradicionais seria muito cara, os moradores adotaram a idéia apresentada por duas ONGs e estão construindo casas em garrafas plásticas.

 

Casas Ecológicas

Esta solução não só reduz os custos de construção de uma casa, mas também beneficia o meio ambiente.

 

 

 

Fundada pela ONG Associação de Desenvolvimento de Energias Renováveis ​​(DARE), com sede em Kaduna, com a ajuda da ONG Africa Community Trust, com sede em Londres, o projeto visa resolver dois problemas ao mesmo tempo, abordando roaming e meio ambiente. Não só haverá menos plástico nos aterros, mas também serão projetados lares para produzir zero emissões de carbono.

 

 

Além disso, é totalmente alimentado por painéis solares e gás metano feito a partir de resíduos humanos e animais reciclados.

A beleza original da casa vem de sua parede exterior feita de fundos redondos. Mas para aqueles que estão por trás desse projeto, não é tanto o design quanto os benefícios ambientais que devem ser apresentados.

 

 

As garrafas são cheias de areia e colocadas uma ao lado da outra. A lama desempenha o papel do cimento.

“Eu queria ver este prédio porque fiquei surpreso ao saber que ele foi construído a partir de garrafas de plástico”, disse Nuhu Dangote, um comerciante que fez uma longa viagem para ver a casa.

No mercado, a casa é falada. Alguns até veem isso como um evento mágico. Palavras que alimentaram a curiosidade do comerciante e outros visitantes da casa em garrafas de plástico.

Vinte e cinco casas estarão disponíveis para aluguel e construídas nesta propriedade, terreno doado por um empresário e ecologista grego.

 

As crianças estão ocupadas enchendo as garrafas de areia, esperando para ver uma escola construída sobre este novo campo, diz a BBC. O trabalho é conseqüente porque cada casa tem um quarto, uma sala de estar, um banheiro, um banheiro e uma cozinha, ou cerca de 7.800 garrafas plásticas. Esta técnica nasceu há nove anos e se desenvolveu na Índia, América Latina e América Central, oferecendo uma boa relação custo-benefício e uma alternativa ecológica aos tijolos convencionais.

 

 

De acordo com Yahaya Ahmed, da Associação de Desenvolvimento da Nigéria para Energias Renováveis, a casa construída a partir de garrafas de plástico custará um terço de uma casa de concreto e será mais durável. “A areia compactada em uma garrafa é 20 vezes mais forte que o tijolo” Adiciona.

 

 

Existe até a intenção de construir um prédio de três andares: as casas de garrafas são muito adequadas para o clima da Nigéria, porque a areia se isola do calor dos raios solares e ajuda a manter as temperaturas baixas no interior.

Os nigerianos da fonte constroem casas eco-amigáveis ​​com frascos plásticos e lama: https://www.bbc.co.uk/news/world-africa-14722179

Verdadeiro ativista

Crédito de imagem: Andreas Froese / ECOTEC